7 razões pelas quais a maioria das pessoas tem medo do amor

Artigos

7 razões pelas quais a maioria das pessoas tem medo do amor

Andrea W
Escrito por Andrea W em julho 27, 2020
7 razões pelas quais a maioria das pessoas tem medo do amor
Junte-se a mais de 127.133 pessoas

Entre para nossa lista e receba conteúdos exclusivos e com prioridade

A história do amor perdido é o que muitos de nós podemos contar e perguntar: “Por que os relacionamentos fracassam?”

Ela persiste pesadamente no fundo de nossas mentes.

A resposta para muitos de nós pode ser encontrada dentro.

Se sabemos disso ou não, a maioria de nós tem medo de realmente se apaixonar. 

Enquanto nossos medos podem se manifestar de maneiras diferentes ou se mostrar em diferentes estágios de um relacionamento, todos abrigamos defesas que acreditamos, que em algum nível, nos protegerão de ser machucadas.

Estas defesas podem nos oferecer uma falsa ilusão de segurança ou proteção, mas elas nos impedem de alcançar a proximidade que mais desejamos. o que move nossos  medos de intimidade?

O que nos impede de encontrar e manter o amor que dizemos que queremos?

Vamos saber agora. Siga a leitura!

RAZÕES DO MEDO DO AMOR 

Existem muitas razões para ter medo de amar, compilamos as sete principais para você!

1. O VERDADEIRO AMOR NOS FAZ SENTIR VULNERÁVEIS 

Um novo relacionamento é território desconhecido, e a maioria de nós tem medo natural do desconhecido.

Deixar-se apaixonar significa correr um risco real.

Estamos depositando muita confiança em outra pessoa, permitindo que ela nos afete, o que nos faz sentir expostos e vulneráveis. 

Nossas  defesas principais são desafiadas.

Todos os hábitos que temos há muito tempo que nos permitem sentir-se auto-concentrados ou independentes começam a cair no esquecimento.

Tendemos a acreditar que quanto mais nos importamos, mais podemos nos machucar.

2. NOVO AMOR DESPERTA DORES DO PASSADO  

Quando entramos em um relacionamento, raramente temos plena consciência de como fomos impactados por nossa história.

As maneiras pelas quais fomos feridos em relacionamentos anteriores, a partir de nossa infância, exercem forte influência sobre a forma como percebemos as pessoas com as quais nos aproximamos e como agimos em nossos relacionamentos românticos.

Dinâmicas antigas e negativas podem nos deixar receosos de nos abrir para alguém novo.

Podemos nos afastar da intimidade, porque desperta velhos sentimentos de mágoa, perda, raiva ou rejeição. 

3. O AMOR DESAFIA UMA IDENTIDADE ANTIGA 

Muitos de nós lutamos com sentimentos subjacentes de não sermos amáveis.

Temos dificuldade em sentir nosso próprio valor e acreditar que alguém realmente pode cuidar de nós.

Todos nós temos uma ” voz interior crítica, ”Que age como um treinador cruel dentro de nossas cabeças que nos diz que somos inúteis ou que não merecemos a felicidade.

Este treinador é moldado a partir de experiências dolorosas da infância e atitudes críticas às quais fomos expostos no início da vida, bem como sentimentos que nossos pais tinham sobre si mesmos.

Embora essas atitudes possam ser prejudiciais, com o tempo, elas se enraizaram em nós. Como adultos, podemos deixar de vê-los como inimigos, ao invés disso, aceitamos seu ponto de vista destrutivo como nosso. 

Esses pensamentos críticos ou “vozes interiores” são frequentemente prejudiciais e desagradáveis, mas também são confortáveis ​​em sua familiaridade.

Quando outra pessoa nos vê de maneira diferente de nossas vozes, nos amando e nos apreciando, podemos realmente começar a nos sentir desconfortáveis ​​e defensivos, pois desafia esses pontos de identificação de longa data.

4. COM VERDADEIRA ALEGRIA UMA VERDADEIRA DOR 

Sempre que experimentamos plenamente a verdadeira alegria ou sentimos a preciosidade da vida em um nível emocional, podemos esperar sentir uma grande quantidade de tristeza.

Muitos de nós evitam as coisas que nos deixariam mais felizes, porque também nos fazem sentir dor.

O oposto também é verdade. Não podemos nos entorpecer seletivamente na tristeza sem nos entorpecer na alegria.

Quando se trata de se apaixonar, podemos hesitar em entrar “all in”, por medo da tristeza que isso despertaria em nós.

5. O AMOR É FREQUENTEMENTE DESIGUAL  

Muitas pessoas expressam hesitação em se envolver com alguém, porque essa pessoa “gosta muito dela”.

Eles temem que, se se envolverem com essa pessoa, seus próprios sentimentos não irão evoluir e a outra pessoa pode acabar se machucando ou se sentindo rejeitada.

A verdade é que o amor é muitas vezes desequilibrado, com uma pessoa se sentindo mais ou menos a cada momento.

Nossos sentimentos em relação a alguém são uma força em constante mudança.

Em questão de segundos, podemos sentir raiva, irritação ou até ódio por uma pessoa que amamos.

Preocupar-se com a forma como nos sentiremos nos impede de ver para onde nossos sentimentos iriam naturalmente. 

É melhor estar aberto a como nossos sentimentos se desenvolvem ao longo do tempo.

Permitindo preocupação ou culpa a maneira como nos sentimos ou não nos impede de conhecer alguém que está manifestando interesse em nós e pode impedir-nos de formar um relacionamento que realmente possa nos fazer felizes.

6. OS RELACIONAMENTOS PODEM INTERROMPER SUA CONEXÃO COM SUA FAMÍLIA 

Os relacionamentos podem ser o símbolo supremo do crescimento.

Eles representam começar nossas próprias vidas como indivíduos independentes e autônomos.

Esse desenvolvimento também pode representar uma separação de nossa família.

Assim como romper com uma identidade antiga, essa separação não é física.

Isso não significa literalmente desistir de nossa família, mas deixar ir em um nível emocional – não mais se sentindo como uma criança e diferenciando-se da dinâmica mais negativa que atormentou nossos primeiros relacionamentos e moldou nossa identidade.

7. O AMOR DESPERTA MEDOS EXISTENCIAIS 

Quanto mais temos, mais temos a perder. Quanto mais alguém significa para nós, mais medo temos de perder essa pessoa.

Quando nos apaixonamos, não apenas enfrentamos o medo de perder nosso parceiro, mas nos tornamos mais conscientes de nossa mortalidade. 

Nossa vida agora tem mais valor e significado, então o pensamento de perdê-la se torna mais assustador.

Na tentativa de encobrir esse medo, podemos nos concentrar em preocupações mais superficiais, brigar com nosso parceiro ou, em casos extremos, desistir completamente do relacionamento.

Raramente temos consciência de como nos defendemos contra esses medos existenciais. 

Podemos até tentar racionalizar para nós mesmos um milhão de razões pelas quais não devemos estar no relacionamento.

No entanto, as razões que damos podem ter soluções viáveis, e o que realmente está nos levando são esses medos mais profundos de perda.

A maioria dos relacionamentos traz uma série de desafios.

Conhecer nossos medos na intimidade e como eles informam nosso comportamento é um passo importante para ter um relacionamento satisfatório e de longo prazo. 

Portanto, esses medos podem ser mascarados por várias justificativas para o porquê de as coisas não estarem dando certo – mas podemos ficar surpresos ao saber de todas as maneiras pelas quais sabotamos quando nos aproximamos de outra pessoa.

Quando nos conhecermos, teremos a melhor chance de encontrar e manter um amor duradouro.

Deixe o seu comentário!

comentários

Hey,

o que você achou deste conteúdo? Conte nos comentários.

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *