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Amazon inicia venda de eletrônicos no Brasil e movimenta o mercado

Professor Gama
Escrito por Professor Gama em outubro 19, 2017
Amazon inicia venda de eletrônicos no Brasil e movimenta o mercado
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Apesar das expectativas elevadas, concorrentes apontam que estreia da Amazon no ramo de eletrônicos no Brasil não apresentou potencial competitivo. Entenda!

Amazon inicia venda de eletrônicos no Brasil e movimenta o mercado
Ao contrário das temidas projeções do último mês, a Amazon estreou no mercado brasileiro de eletrônicos sem grandes diferenciais competitivos. (Foto: Reuters)

A tão aguardada estreia da Amazon no ramo de eletrônicos em solo brasileiro aconteceu na quarta-feira, 18 de outubro.

Após cinco anos operando exclusivamente com a venda de livros online, a gigante norte-americana estreou seu marketplace no Brasil com 110 mil itens diferentes no catálogo.

Os itens variam entre smartphones, tablets, computadores, videogames, periféricos e acessórios para celulares. Entre as marcas à venda estão Samsung, Motorola, LG e Sony.

A notícia da chegada de mais uma concorrente de peso causou alvoroço no mercado de eletrônicos brasileiro. Desde o dia 11 de outubro, quando o Valor Econômico divulgou a informação, ocorreram diversas oscilações na bolsa de valores.

Marketplace de eletrônicos da Amazon balançou o mercado brasileiro

Conforme dados levantados pela Ebit, consultoria especializada em informações sobre o comércio eletrônico, o e-commerce brasileiro faturou R$ 21 bilhões no primeiro semestre de 2017.

Um crescimento nominal de 7,5% com relação aos R$19,6 bilhões registrados no mesmo período de 2016. O número de pedidos cresceu 3,9%, de 48,5 milhões para 50,3 milhões.

Para este ano, a expectativa é de um crescimento de 10% no faturamento, chegando a R$ 49 bilhões.

No entanto, as ações das principais concorrentes do setor varejista despencaram com a notícia da entrada da Amazon no comércio de eletrônicos. As quedas tiveram início na divulgação e só se estabilizaram a partir da estreia.

Conforme a Revista Exame, a B2W, dona de Americanas.com e Submarino, havia caído 20,8% até a quarta-feira. O Magazine Luiza caiu 18,6%. Já a Via Varejo, do Grupo Pão de Açúcar caiu 13,9%. Na bolsa americana Nasdaq, o Mercado Livre havia recuado 14,4%.

Estreia inexpressiva alivia concorrentes brasileiras

Ao contrário das temidas projeções do último mês, a Amazon estreou sem grandes diferenciais competitivos. O lançamento ocorreu à meia-noite e logo analistas e consumidores começaram a fazer comparativos com a concorrência.

Além da pouca, ou nenhuma, diferença entre preços, a Amazon também não oferece vantagens nas condições de pagamento, nem no frete. Também foram identificados alguns “bugs” (problemas técnicos) no site da empresa.

Segundo a Exame, parte da explicação está na estratégia escolhida pela norte-americana, que entrou no marketplace, em que os preços são ditados pelos vendedores, e não pela própria varejista.

Outro ponto crítico é que a Amazon também optou por usar frete terceirizado, recorrendo aos mesmos serviços dos concorrentes. A resposta do mercado foi imediata.

A B2W, por exemplo, subiu 7,9% na quarta-feira. A Via Varejo, 7,96%. Já o Magazine Luiza, 9,48%. O Mercado Livre, 3,25% na Nasdaq. Mas apesar do alívio momentâneo, a Amazon não deve ser subestimada.

Mesmo com as dificuldades que vêm pela frente, como os problemas de logística no país e a elevada carga tributária do Brasil, vale lembrar que a Amazon ainda é a maior rede varejista online do planeta.

Cabe a nós ficarmos atentos aos próximos capítulos desta nova história. Acesse o novo marketplace de eletrônicos da Amazon e deixe a sua opinião nos comentários.

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Advogado e Empresário. Diretor de Marketing da Agencia Professor Gama

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