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Marielle Franco e as noticias falsas sofrem ordem judicial de retirada

Professor Gama
Escrito por Professor Gama em abril 2, 2018
Marielle Franco e as noticias falsas sofrem ordem judicial de retirada
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Marielle Franco e as noticias falsas na internet

Marielle Franco. Após a morte da vereadora, várias notícias falsas sobre ela circularam nas redes sociais. Parentes da vítima moveram ações depois do ocorrido.

Marielle Franco
Marielle Franco

A morte da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, assassinados no Rio de Janeiro no dia 14 de março, tem gerado polêmica por causa de notícias falsas que andam circulando nas redes sociais, como o Facebook.

Na última terça-feira (27), a irmã e a companheira de Marielle entraram com uma ação na justiça contra o Facebook para que as informações mentirosas e compartilhamentos dessas informações contra a vereadora, sejam retirados do ar.

Segundo matéria de O Globo, a ação pede a retirada dos links da rede social no prazo de 24 horas, sob pena de multa diária, que o Facebook seja obrigado a filtrar os memes indicados na petição inicial, que sejam bloqueadas novas postagens com o mesmo conteúdo e retiradas do ar as já existentes, e que outras publicações que forem indicadas pelas autoras também sejam retiradas do ar.

O juiz Jorge Jansen Counago Novelle, da 15ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) acatou o pedido e determinou que a rede social retire do ar as notícias falsas com conteúdo criminoso sobre a vereadora.

Novelle também determinou que o Facebook utilize todas as ferramentas disponíveis para impedir a publicação de novas postagens ofensivas à Marielle e que informe se os perfis de Luciano Ayan, Luciano Henrique Ayan e do Movimento Brasil Livre, patrocinaram as postagens com conteúdo falso.

Marielle Franco também no Youtube 

Outra ação já havia sido movida pelas parentes de Marielle, que solicitaram a retirada de dezesseis vídeos do Youtube com ofensas contra a vereadora.

Segundo a juíza Marcia Correia Hollanda, da 47ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Rio, os vídeos citados na ação “extrapolaram o que a Constituição fixou como limite ao direito de livremente se manifestar” e

“fizeram referência direta à Marielle, apontando-a como vinculada a facções criminosas e tráfico ou imputações maliciosas sobre as suas bandeiras políticas, como o aborto, fatos que podem caracterizar violação à honra e à imagem da falecida, e que, certamente, causam desconforto e angústia a seus familiares”.

Marielle Franco vem sendo alvo de uma campanha difamatória nas redes sociais desde que foi assassinada.

A plataforma Aos Fatos, que faz checagem de informações, publicou uma página desmentindo todos os principais boatos que foram replicados nas últimas semanas.

A assessoria da vereadora fez o mesmo, oferecendo também um espaço aberto para receber denúncias.

 

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Advogado e Empresário. Diretor de Marketing da Agencia Professor Gama

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